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PEÇA DE TEATRO DE AGATHA CHRISTIE CHEGA A TRÊS RIOS (RIO DE JANEIRO)

          A galera do Rio de Janeiro pode sentir-se privilegiada, pois a peça mais famosa de Agatha Christie será exibida em terras cariocas.
Com direção de Denise Maia e Maria Elisa Amorim, “A ratoeira”, de Agatha Christie, será levada ao palco do Teatro Celso Peçanha nos dias 27, 28, 29, 30 de agosto, sempre a partir das 20h, pelo Grupo de Amadores Teatrais Viriato Correa. Os ingressos custam R$ 10 e, como bônus, leva outro gratuito.


A história é sobre um jovem casal, Mollie e Giles Ralston, que converteram uma casa em um pequeno hotel, iniciando um negócio no ramo da hotelaria. Certa noite encontram-se ilhados com mais sete hóspedes após uma tempestade de neve que impede a saída ou a chegada de alguém ao hotel. De repente, o sargento-detetive Trotter chega ao hotel de esquis, avisando que um assassino deve estar se dirigindo para lá depois de ter matado uma Maureen Lyon, em Londres. Quando um dos hóspedes, Boyle, aparece morto, todos se conscientizam que o assassino está entre eles e fica claro que o assassino pode ser qualquer um, inclusive os donos do hotel.
“Por tradição, no final de cada apresentação, o público é convidado a não revelar a identidade do assassino para ninguém de fora do teatro para garantir que o final do jogo não seja estragado para o público no futuro. A identidade do assassino é revelada no final do jogo, quando o sargento Trotter reúne todos na sala de jantar com o plano de montar uma armadilha para um dos suspeitos”, explica Maria Elisa.


“A Ratoeira”, escrita por Agatha Christie é apresentada no teatro Saint Martin’s, em Londres, há 38 anos ininterruptos. Com a mesma idade do reinado de Elizabeth II, atual rainha da Inglaterra, “A Ratoeira” preserva, há 53 anos, o título de show há mais tempo em cartaz no mundo.
A peça foi escrita em 1948, como um presente de Agatha Christie para a rainha Mary, esposa do rei George V, em comemoração ao seu 80º aniversário. Originalmente, era um conto chamado “Três Ratos Cegos”. A própria escritora adaptou-o para os palcos, e “A Ratoeira” estreou em Londres em 1952, quando o primeiro-ministro britânico ainda era Winston Churchill.
Foi um sucesso imediato, o que é fruto da capacidade de Agatha Christie de desenvolver personagens complexos e marcantes.

Confesso que senti certa “inveja branca” dos cariocas, mas pelo menos a peça “O caso dos dez negrinhos” passou por São Paulo. Agora resta esperar que essa peça passe por todo o território nacional, pois tudo que vem da Agatha Christie é digno de expansão.


Fonte: Revista On



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