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Resenha - O diretor (SÉRIE ASYLUM) - Plataforma21


Título: O diretor (Asylum #3.5)

Autor: Madeleine Roux

Editora: Plataforma21

Ano de publicação: 2017

Páginas: 92

ISBN: 9788592783068

Nota: 04/05



*Livro cedido pela editora para resenha.

“Às vezes é preciso rir, para não correr o risco de enlouquecer.”

O diretor é um spin-off da série Asylum, escrito pela norte-americana Madeleine Roux. Nós estamos de volta ao temido Brookline, mas em 1968, vamos acompanhar a saga de duas enfermeiras recém-formadas, que buscam uma oportunidade profissional no hospital psiquiátrico.

Jocelyn e Madge estão ansiosas com a nova oportunidade, mesmo que seja tão longe de casa. Quando o diretor Crawford questiona Jocelyn sobre o motivo de ela ter se formado em enfermagem, ela diz que quer ajudar as pessoas e não abre mão desse pensamento. Madge além de se dedicar às suas tarefas profissionais, se preocupa com a sua aparência e sempre tem tempo para flertar com os seus colegas de trabalho.

As primeiras semanas são tranquilas, até que em uma noite, Jocelyn começa a ouvir gritos, no início pensou que esses gritos fossem coisas em sua mente, pois Madge dormia tranquilamente. Jocelyn sai do seu quarto no meio da noite seguindo o som do grito que parece vim das salas no subsolo do hospital, ela nunca esteve naquele local, e, à medida que vai se aproximando, percebe que o grito parece ser de uma criança, mas ela desiste de se aproximar mais do local, com medo de ser pega.

O diretor Crawford descobre que Jocelyn esteve no subsolo na noite em que ela ouviu os gritos, ela teme que o diretor a demita, mas Crawford lhe dá uma duvidosa promoção, convidando Jocelyn para um “projeto especial”. O diretor vê na enfermeira um perfil ideal para esse novo projeto que ele quer colocar em prática no hospital, em especial, com aqueles pacientes que, suspostamente não podem ser curados.


Eu não irei me alongar muito na história, pois o livro é bem pequeno, mas adianto que o livro vai te prendendo na medida em que os acontecimentos avançam. O livro faz conexão com os outros livros da série, em especial com um personagem visto em Sanctum. O que me deixou com um pé atrás foi o final, deu a impressão de que a autora quisesse terminar logo, eu penso que poderia ter tido maiores detalhes.

Quem não leu os livros da série principal pode ler tranquilamente esse livro, ele não interfere em nada nos acontecimentos nos livros principais. Para quem acompanha a saga, recomendo bastante a leitura, pois o livro tem um gancho para o recém lançado Asylum – A Fuga, se passa após final desse livro.

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